Uma árvore resistente no asfalto
Uma sombra gigante pra quem a desejou como um pasto
Gladiadora dos moldes pervertidos do matrimônio
O eco “ Não sou obrigada” sem usar ao menos um microfone
Um passarinho que se libertou da gaiola
O travar do relógio em pleno horário de pico
Maria Luíza de Paula se foi.
Maria Luíza de Paula, estamos aqui.
Arrastou-se pelas ruas em chamas,
Sendo réu do teu próprio corpo
Maldito o seja, maldito o seja.
Maria Luíza de Paula se foi.
Maria Luíza de Paula, estamos aqui.
Mexeu com uma, mexeu com todas.
a notícia nos causa dor...
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