Na cela, ninguém queria saber.
Ela não
chorava.
Também não sorria.
Rabiscava o chão.
O que pensava em
todas as horas
era se o fato de ser assassina
combinava com a bacia cheia de
roupa
que lançou pela
janela e caíra ironicamente
na cabeça do falecido cidadão.
na cabeça do falecido cidadão.
Coisa de azar é que nem loteria,
tem que ter muita sorte.
Nenhum comentário:
Postar um comentário